quinta-feira, 10 de março de 2011

«Luta, luta, camarada LUTA!»

 
Só quem não escuta com atenção o que este gajo diz é que pode achar que ele é parvo.
 
http://www.facebook.com/album.php?aid=375493&id=519995050#!/pages/HOMENS-DA-LUTA/222620880121
 
Desde o "viola-me eléctrica", tudo em si já transparecia a re-leitura de uma sociedade corrompida, desnutrida e alienada de si própria.
A luta deve estar presente em nós todos os dias, nas mais pequenas acções. Na forma como agimos, como lidamos com os outros, como lidamos com o mundo nas suas relações de poder e imploramos pelo seu respeito.
A luta, a mudança, emerge nas acções do quotidiano: se comemos o pão todo, se o guardamos, se o partilhamos ou se o deitamos fora. Se pensamos, pelo menos de onde vem esse pão, de que água ele foi feito.
A luta EXISTE nas pequenas acções de todos os dias, reflexo da subtlil consciencialização de que a mais pequena escolha tem percurssões aos mais diversos níveis, sendo, ao mesmo tempo, espelho das ditas relações sociais de desigualdade que nos rodeaiam e que escolhemos, ou não, manter.
A luta é todos os dias.
E dia 12, vamos?
 
 
 

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