sábado, 12 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
«Luta, luta, camarada LUTA!»
Só quem não escuta com atenção o que este gajo diz é que pode achar que ele é parvo.
http://www.facebook.com/album.php?aid=375493&id=519995050#!/pages/HOMENS-DA-LUTA/222620880121
Desde o "viola-me eléctrica", tudo em si já transparecia a re-leitura de uma sociedade corrompida, desnutrida e alienada de si própria.
A luta deve estar presente em nós todos os dias, nas mais pequenas acções. Na forma como agimos, como lidamos com os outros, como lidamos com o mundo nas suas relações de poder e imploramos pelo seu respeito.
A luta, a mudança, emerge nas acções do quotidiano: se comemos o pão todo, se o guardamos, se o partilhamos ou se o deitamos fora. Se pensamos, pelo menos de onde vem esse pão, de que água ele foi feito.
A luta EXISTE nas pequenas acções de todos os dias, reflexo da subtlil consciencialização de que a mais pequena escolha tem percurssões aos mais diversos níveis, sendo, ao mesmo tempo, espelho das ditas relações sociais de desigualdade que nos rodeaiam e que escolhemos, ou não, manter.
A luta é todos os dias.
E dia 12, vamos?
"O Governo existe para as pessoas, e não o contrário".
Se os governantes e tantos outros gerissem sem nunca esquecer este lema...
O Governo existe para que o crescimento económico possa servir a procura do bem estar geral das pessoas, para a melhoria das suas condições de vida. O que está a acontecer hoje é que as pessoas vivem para servir a procura do crescimento económico, prescindindo do seu bem estar, dos seus direitos básicos de acesso por exemplo à saúde ou à educação em prol deste dito crescimento.
Esta será a minha proposta dia 12 - que nenhum gestor esqueça aquando da tomada de decisão: o dinheiro existe para melhorar as condições de vida das pessoas, não são as pessoas que existem para melhorar as condições de vida do dinheiro.
ESCUTA, ZÉ NINGUÉM!
"(...) Se tu, Zé Ninguém, saído das fileiras de milhões como tu, tomasses a teu cargo apenas uma pequena parcela da tua responsabilidade, o mundo não seria o mesmo e todos os grandes que te estimam não seriam condenados à morte pela tua mesquinhez.(...)"
W. Reich, 1946
Subscrever:
Comentários (Atom)


